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O fim da privacidade: FBI quer monitorar Twitter, Facebook, Google+ e outras redes sociais


O FBI (polícia federal americana) está de olho em você, usuário das redes sociais. Pelo menos é o que disse o site da revista "New Scientist" em notícia publicada nesta quarta-feira (25). A polícia estaria em busca de informações para monitorar e antecipar crises com base em palavras-chave relacionadas a terrorismo e crimes online, entre outras atividades vigiadas pelo FBI. 
Além de ser um indício das intenções de um governo - no caso, o americano - quanto a sua atuação nas redes sociais, a revelação da "New Scientist" ganha em importância justamente por expor posições que dificilmente são tratadas de forma aberta por órgãos públicos, em geral, independentemente do país. O documento completo, em inglês, pode ser lido no site Mashable.

A "New Scientist" ressalta que o FBI usa a expressão "publicamente disponível" ao falar sobre o conteúdo que busca, o que deixaria de fora posts e tweets fechados pelos usuários ou pelas próprias redes sociais. Mesmo assim, Jennifer Lynch, especialista em direito na internet ouvida pela New Scientist, diz que o desejo de monitorar tudo e todos pode ser mal visto pelos internautas. Por estarem conectados a amigos e seguidores, muitos se sentem livres para falar o que querem, sem muitas preocupações, diz ela. Mas o armazenamento desses dados por um período de tempo extenso acaba com essa privacidade, deixando em risco até mesmo a liberdade de expressão, afirma.
O Mashable lembra que não só o FBI está de olho no que anda sendo postado nas redes. Também neste mês, parlamentares americanos pediram ao Departamento de Segurança Nacional que acompanhasse mais de perto Twitter, Facebook, Google+ e outros sites do gênero.

[ Via O Globo ]
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